A noite começou a cair.
Eu ainda andava pela rua, sozinha. O frio, era cada vez maior; só tinha o teu casaco presente na minha memória.
O teu olhar, naquele dia, fervia; era feroz, dominava-me.
Cada vez está mais escuro.
Já tenho um certo medo, o céu está totalmente estrelado.
Levei o telemóvel, ele vibrou; assustei-me de imediato.
Era uma mensagem dele, dizia " amo-te ". Não respondi logo; estava pasmada. Era uma das últimas pessoas, de quem eu esperava um amo-te.
Assim que ganhei coragem, respondi, " por incrível que pareça, eu acredito. Eu também te amo [ e não é pouco ] "
Já era noite serrada, cheguei a casa.
Não respondeste, assustei-me.
Um toque estridente, e irritante - era o despertador; acordei.
Estava a sonhar (contigo) outra vez.
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