segunda-feira, 4 de abril de 2011

« foi tão bom enquanto me fizes-te sonhar, e quando acordei percebi que nunca deveria (...)

( não se pode dizer que foste um erro, porque falando a sério, contigo fui feliz.
só queria que tudo durasse mais tempo, foi pouco; mas sempre ouvi dizer que, « o que é bom, acaba depressa. »
és como um raio de sol, pela manhã, vens despertar a minha vida. segues e persegues-me.
naquele sonho, tudo era perfeito; eu, tu e nós.
eu disse que ia esperar por ti, e por ti, esperarei o tempo necessário, mas tenho medo, que nunca mais voltes ..
acreditei que contigo, o sempre existia, mas enganei-me ... [ outra vez (?) ].
porque que tudo é tão complicado? para quê tantas complicações? para quê tantas lágrimas? para quê?!
« (...) e as raparigas tolas abrem os seus corações. »:
eu sou tola, por não vivo sem ti, dei-te [e dou] tudo o que posso, mas acima de tudo, sou tola porque te AMO. abri o meu coração, fui feliz, e de um momento para o outro, perdi(-te).
nunca me ensinaste a viver sem ti. estava a tão habituada a estar contigo, a abraçar-te daquela forma e maneira .. eu nunca te queria deixar ..
fazes uma falta desgraçada. )
(...) ter adormecido. »

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